segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

da bidimensional formação



a ponta a somada à ponta b formava um círculo perfeito desses que desmontados e ligando-se as pontas novas uma à outra formam-se semicírculos ou seja a metade bidimensional de um círculo e como se falava essas pontas a e b se procuraram por muito tempo até enfim se encontrarem numa improvável confusão geométrica às escuras mas que ao fim do fato resultou num determinante comum. dessa junção ou melhor e sendo subjetivo porém mais enfático dessa infusão nasceu-se aquilo que nenhuma das pontas conhecia algo que revolucionara a forma de enxergarem suas metades agora um todo. a ponta a e a ponta b formaram talvez não o mais belo dos círculos pois tal fato seria complicado visto que a perfeição da forma deveria fazer parte intrínseca às suas fôrmas mas elas provaram de sensações desconhecidas e isso já bastava para aquilo que se conhecia como modo de vida. a dimensão de tudo estaria na profundidade do vivido & não no tempo como muitos erroneamente pensavam e agiam em prol de, contrariando muitas das leis do bom convívio & do bom senso & da boa fé no sentido mais arreligioso que já se teve notícia. da infusão fusão formação ou qualquer outro nome a que se quiser atribuir àquilo que consideravam o maior fenômeno de todos os tempos nascia & sentia-se sempre a renovação de um estado não visto antes: expeliam bondade irradiavam boas energias & buscavam sempre sintonia com tudo aquilo que disso se alimentava. dentro da matemática, as pontas a e b se uniram ao mundo e se integraram ao todo: o fazer sentido era uma questão de perspectiva de mero estar de mero encontro. mero sempre com a significância de puro & simples.

Nenhum comentário: