quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

questão de tempo

na vitrola antiga, tocava uma música nova. na alma, trazia consigo uma sensação de viver em outro tempo. na mente, trabalhava a novidade de sua vida: estava feliz, como nunca fora. renata sabia que sua saúde estava em jogo, mas não se importava, devido aos últimos acontecimentos. imaginava que sua vida seria acobertada pela sua falta de. sempre que pensava no todo, martirizava-se com o peso do processo: sabia que as coisas não tinham a facilidade como ouvia ser descrita por outros. mas, ela pensara: se fosse fácil, teria outro nome, não este ou aquele. e ela estava certa. nada acontece fora do que podemos chamar de hora certa. nada.

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