domingo, 12 de setembro de 2010

I don't want to be anyone's ghosts.

Quando uma ferida está praticamente fechada curada sarada é a hora de se ter mais cautela calma atenção. Se a ferida for grande, então, essa cautela essa calma essa atenção devem ser redobradas triplicadas multifacetadas. 

Uma ferida de quatro anos mostrou um miúdo e pequeno mas vivo rastro de sangue. O que outrora fora tomado como certo e factual agora tornara-se certo factual e trepidante.

Um eco gigante faz questão de gritar nos meus ouvidos:
tudo certo, 
escrito em linhas tortas, 
realmente?, 
ou,
tudo torto, 
mas escrito em linhas certas? 

I don't want to be anyone's ghost.