domingo, 2 de maio de 2010

Mais do (antigo) mesmo.

It has been really crazy, ma'am. Seriously. I wish I haven't been through this kind of situation, but the fucking reality I chose to live is pushing me to that. I mean, it's all about choices, isn't it? I believe it is, so... Sometimes I wish I could run away of everything and everyone but then I realize that I can't really run away from the one I am most scared of: myself.

As pessoas voltaram a me decepcionar, depois de um longo período de estiagem deste processo. Porém, com isso, tenho encontrado mais tempo e até mais interesse para dedicar à áreas que realmente valem à pena. É tudo sempre sobre essa batalha interna grande, difícil (ou impossível) de exteriorizar. E quando os analistas da vida acham que de tudo sabem e fazem um check-up gigantesco grotesco e parcial da sua situação do seu panorama da sua realidade fica difícil dizer até onde cheguei até onde posso chegar ou até onde nunca chegarei. Fica difícil. Mas é tudo questão de tempo.

E este tempo, espera o mais sincero dos meus eus, tem tudo para fazer a construção da experiência ficar mais firme, mais segura. Este tempo, claro, tem também o encargo de fazer: do simples fazer: que me remete ao tentar: que me remete, sem dúvidas, ao meu mais frágil eu. I wish I could get away from myself. E talvez se conseguisse por um segundo que fosse, as coisas seriam diferentes.

Tenho tentado, tentado, sido tentado, resistido. E não é algo que me sinto orgulhoso de estar fazendo, até mesmo porque o tentar outrora não se fazia necessário: eu não tentava, eu realmente agia. Mas são poucos os que me entenderiam e eu não ando fazendo tanta questão. Até mesmo porque esta minha poderosa arma - as palavras - tem sido uma incógnita pra mim. Tem sido difícil escrever, organizar as ideias, confiar às palavras os meus segredos. E aquilo que eu já dissera uma vez torna-se verdade novamente: I wish things were easier once in a while. Ciao.

2 comentários:

Daniela Ortega disse...

Não sei, escolhas? Às vezes pensamos que tudo é consequência de nossas escolhas mas... se escolhemos a única opção que tinha ali...

Fabi disse...

A parte mais difícil de conviver com nós mesmos é definir tudo que faz parte dessa grande massa cinzenta, todos os nossos defeitos, as qualidades que se encondem, as manias, mas principalmente o fato de que não há válvula de escape. Os pensamentos só parão de rodopiar em volta de nossas cabeças quando...nunca.
Mas com as outras pessoas isso muda de figura, a partir do momento em que se aprende e se coloca em prática a arte do blablablawhiskasachê, a arte de ouvir o que as pessoas dizem e não entender absolutamente nada, fazendo com que sua vida se torne o maravilhoso mundo de oz, ou o país das maravilhas, se você se identifica mais com a alice do que com a dorothy. Isso sim é uma questão de tempo.
E utilizar esse tempo de forma em que você se sinta bem, é a principal arma que podemos ter. Temos que parar de ser egoístas e pensar um pouco mais...em nós mesmos. Aqueles com quem a convivência está cada vez mais difícil, mas que são o real relacionamento, aquele que verdadeiramente importa.