sábado, 10 de abril de 2010

Dos quatro | O cigarro e a .

Começo com este, uma sequência de quatro textículos inacabados. E assim ficarão.

O cigarro e a .
Ela, enfim, descobrira. E pedira para que parasse. E ele parara. Parara. Depois, pensara. Certo que ela descobrira, mas, não, não poderia deixar assim. Eu não poderia privar minha vida por ela. Este insignificante – oh, ironia – e fino bastão que com fogo finda posso deixar de lado, mas e a minha razão a minha visão a minha real vida? não, desculpe-me, eu não posso deixar de ser e olha só, não é nem mesmo uma questão de querer de tentar de escolha. Não é. Não está ao meu alcance.

Um comentário:

mariana balan disse...

depois de um tempo de namoro meu namorado também pediu pra que eu parasse de fumar e eu sempre usava a desculpa de que "desde o começo você sabia que eu fumava". aí eu paro e penso "egoísmo meu achar que ele deve aguentar o não mais agradável dos cheiros ou egoísmo dele querer me privar de algo que me 'acompanha' há anos?".
independente, aos poucos a fumaça fedorenta deixa de invadir meu apartamento - para meu próprio bem. quem sabe...