segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Sobre dois mil e nove, parte um.

Talvez ainda esteja cedo para se fazer um balanço deste ano que se passou. Sempre ouvi que, depois dos dezoito, sempre passa voando. É, já são três anos depois dos dezoito e parece que a comemoração dos dezoito foi ontem. O tempo voa bastante. A realidade machuca, mais do que afaga. Responsabilidades são pesadas e são apreendidas apenas quando encaradas. Todos esses são conceitos que não nos contam a verdade sobre suas essências.

Ao mesmo tempo que somos expostos e obrigados a enfrentar o peso que a realidade vai nos obrigando, que a idade traz, que a vida pede, somos apresentados, também, a pessoas. E pessoas, bom, pessoas eu já me cansei de falar sobre. Mas é um cansar extremo e sempre surpreendente, por incrível que pareça. E o motivo disso? As graciosas pessoas não se cansam, mesmo, de pegar aquela pecinha chamada decepção. E quando fazem isso, poxa, o monte todo desmorona. Mesmo ela sendo tão pequena, principalmente na visão de alguns, é ela quem encalça o restante.

E não sei se é o dia de hoje - nublado, feio, cinzento, frio - ou se é a minha condição física - resquícios de febre, garganta inflamada, gripe querendo invadir, dopado de tanto remédio. Sei que hoje tô sendo, sem vontade, entende?, vivendo levando e levando.

Dois mil e nove foi um ano.... estranho, diferente. É o máximo que, por enquanto, quero falar sobre ele.

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