terça-feira, 16 de junho de 2009

one more with feelings.

Quando Renato Russo fala de tempo tempo tempo pouca gente entende. E não que eu seja superior a alguém ou melhor ou. Mas eu entendo. Pelo menos eu acho que eu entendo. Sei que deixo o tempo me consumir da melhor forma que encontro, mesmo sabendo que por vezes esta forma que encontro não é a melhor maneira de se fazer isso. Sofro com uma ansiedade fora do comum. Tenho vontade de que as coisas acontençam num estalar de dedos. Num piscar de olhos. E por vezes até acontecem... mas num tempo diferente do normal, onde um piscar de olhos pode levar um dia um mês um tempo diferente. E vale a pena esperar, diga-se de passagem, só que o esperar é o torturante é o amargante é tenso.

Tenho vontades paradoxais devorando o peito, a mente. Mas todas convergem num único ponto final: na maior vontade da minha vida agora. Sinto alguns laços balançados, mas firmes, talvez instaurados em firmeza que permaneça para sempre; mesmo o para sempre não existindo acabando não chegando sendo esta incógnita.

Perco-me também em palavras não ditas... Em ciclos de pensamentos interrompidos. Peso muito o que vale e o que não vale a pena... e me perco no balanço das análises. Tenho medo desta coisa velada, do vale do desconhecido, do mundo secreto que algumas palavras insistem em viver. Talvez eu esteja soando um pouco angustiado ou desesperado. Mas eu estou bem, estou feliz. Só tomo ciência de algumas coisas que se passam na minha vida e desespero ao ver que nada posso fazer, além de esperar. E esperar... bom, eu já disse...

Vivi dias inexplicáveis nos últimos dias. Queria partilhar desta felicidade com algumas pessoas em específico, mas não posso: ainda não consigo. E tenho em mente: talvez nunca consiga. Mas, ser quem eu sou e quem eu quero ser é o que mais me faz bem. Um até breve.

Nenhum comentário: