terça-feira, 23 de junho de 2009

midnight show.

Have I told you how much I care? Tá, devaneios de uma mente perdida em propósitos e vontades. e desejos. e necessidades.

Voltei a falar com Clarice (Lispector). E, infelizmente, paradoxalmente, começo a ter dúvidas. O imenso questionamento do mundo e da verdade das pessoas do ser de ser de ter. Sabe, é muito grandioso o que ela diz justamente pelo fato do mínimo: ela não escancara. Não que eu não goste do escancaro, mas gosto do não escancaro dela, das coisas ditas na subjetividade. Sigo na conversa, na leitura de um livro que há tanto queria ler. da barata do quarto limpo e sujo ao mesmo tempo. paixão. g.h.

"Só agora sei que eu já tinha tudo, embora do modo contrário: eu me dedicava a cada detalhe do não. Detalhadamente não sendo, eu me provava que - que eu era." C. L.

2 comentários:

Maicom disse...

Essa subjetividade, de que fala, é necessária para a completa compreensão. Clarice, já disse, é única...

Ana Luiza disse...

acredita que eu nunca li lispector? é, eu não me orgulho disso... aheuehuaeh (ah, e seu layout tá muito lindo *-*)