quinta-feira, 5 de junho de 2008

QUESTÕES 'TRIVIAIS'

O metrô lotado me cansa, os ônibus lotados me enchem a paciência. Os retardados que sou obrigado a conviver a cada dia se mostram mais dignos de piedade (isso por eu mesmo julgar ser o pior sentimento de um ser humano para com outro). Falta de senso crítico me enoja. Alunos que não sabem assistir a filmes (e no caso são filmes excelentes; refiro-me a dois clássicos; um clássico de Stanley Kubrick - Clockwork Orange; o outro um clássico pelo tempo que foi filmado: Freud - Além da alma) sem tecer piadinhas de mal gosto e comentários totalmente desnecessários como "Que filme ruim, prefiro o Império do Besteirol Contra-Ataca", "Nossa, sou muito mais uma comédia romântica", "Nossa, que roupa ridícula" me fazem ficar com uma gritante indagação em mente. Pelo amor de Deus, não falo de preferência por este ou aquele gênero; falo da intrínseca crítica que as pessoas devem ter na vida. Quando se fala sobre estudantes de Comunicação Social, isso deveria estar além da necessidade de respirar. Sim, as pessoas me irritam. É, isto é, quando não me decepcionam.

Ah, e para os avoados, a dica: conheçam o sarcasmo e a ironia, depois procurem algum nexo nos meus textos. Outro ponto: eu nunca quis dizer em meus textos o que você 'me entende!!!!'. Falo aqui o que sinto, o que de certo modo me atinge, aflige. A mim. E não é sendo egoísta, egocêntrico, ou qualquer coisa relacionado com meu ego (o significado do latim), mas é a verdadeira questão. E sabe que a partir disso posso até discorrer um pequeno parênteses. Ou seria piegas por demais? Tudo bem, deixo pra próxima.

ps.: Eu gosto tanto deste meu espaço porque aqui devaneio com meus pensamentos, faço uma demagogia imensa com minhas palavras, pinto Da Vinci's e Picasso's com estas cores sombrias que me apetecem. É, divago sozinho, falo sozinho. Escrevo para mim.

E pelo amor de Deus, não quero desativar os comentários do blog (por de vez em quando receber comentários de pessoas que valem a pena), mas se eu receber mais um comentário superficial, serei obrigado a comenter um ato contra o princípio mais inerente ao ser humano, que é a liberdade de expressão.

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