terça-feira, 29 de abril de 2008

BOMBAS?

Era difícil fingir que não ouvia. Caia como um bombardeio, como se fossem bombas. Tratando-as como bombas, cada qual tinha seu ponto e força de destruição. Vinham camufladas, expostas. Com indiretas!!! A variedade era muito grande, do tipo que a gente ouve em anúncios dessas lojinhas 'baratas': mil e uma utilidades. Estas bombas... Manuseadas cotidianeamente. Apontadas a todo instante. Lançadas de segundo em segundo. Fazendo parte da vitória de muitos, da derrota de milhares, da instabilidade de alguns. Da indiferença de uma massiva parte. Bombas estas... tão utilizadas e tão pouco analisadas. Jogadas ao léu, sem sentido. Matando seja a quem for. Clichê.

Um comentário:

Lilah Poynter disse...

Oi ^^

nha, clichês às vezes são básicos, às vezes enchem o saco e às vezes não servem pra nada, mas adorei a descrição que você deu à eles...

=*