quinta-feira, 6 de março de 2008

SER, SER, SER.

Eu só me pergunto se há um merecimento. Ou se há algum fator que cause um desmerecimento. Pergunto-te: há? Existe algo que fizera e que sequelara por séculos e milênios? Almejo, tanto digo e falo, pouco ajo e faço. Pretendo, planejo, sonho. Prática? Desconheço. Aliás, praticamente desconheço. E eu caio sempre neste ciclo. Ciclo inconstantemente constante. Modernamente velho. Quero e procuro mudanças. Mas, mudar? Mudar por qual motivo exatamente? É. Alguns me entenderiam sem um esforço mundanamente incompreensível. Outros, nem com toda a força espiritual disponível o faria. Odeio ser e viver esta paradoxal e controvérsia realidade. Enquanto houver vida (a minha, no caso), fadado estou. Reclamar nunca levou ninguém a nada. E quando a queixação começa nesse discorrer imensurável, é realmente a hora de parar. Não parar num nível denotativo. Mas ainda assim num modo compreensivelmente real. Cesso-me e peço licença para continuar com meus conflitos internos, após essa tentiva hiper-fracassada de expô-los.

Um comentário:

mari_bondo disse...

sempre me surpreendo quando leio alguma coisa sua
é incrível como vc escreve bem
=)